quarta-feira, 10 de junho de 2009

Agora eu percebo que eu já fui bem mais.
Já fui de estudar mais, cantar mais, brincar mais e falar menos.
Já fui de sair mais, beber mais, aprontar mais e pensar menos.
Já gostei mais, já beijei mais e curti mais também.
Eu já conversei mais, já sorri mais e chorei mais.
Também já sofri mais, já briguei mais e também já perdoei menos.
Eu já fui mais infantil.
Eu aprendi que, agora, eu cresci.
Eu percebi que eu não sou mais tão mais como eu era antes.
Entendi que como tudo muda, eu também devo mudar.
Entendi que ser mais e fazer de mais, não ajuda a crescer mais.
E que crescendo mais, vivemos mais, aprendemos mais, sorrimos mais e aproveitamos muito mais.
Antes eu gostava menos de mais pessoas, hoje eu gosto mais de menos pessoas.
Hoje eu tenho amigos certos nas horas certas e amigos errados nas certas também.
Não sei se não ser mais mais é bom, mas sei que o melhor é ser o essencial.
Ser o que seja sem querer agradar.
Seja o que ser, apenas vivendo e espontaneamente, sorrindo.

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